segunda-feira, 29 de março de 2010

. É .

















•Antes do princípio não havia nada, simplesmente porque nada não pode haver, já que não É. No princípio, havia o É, simples, compacto, total, pontual, uno. Então Ele decidiu caminhar, criando assim O CAMINHO, partindo de si mesmo, para a primeira direção. À medida que caminhava, deixava em cada parte do caminho, parte de si, PONTOS que continham sua Essência. Caminhou uma infinitude. A origem Ele chamou de cima, o fim Ele chamou de baixo.

•Depois de descer ao mais baixo dos abismos Ele subiu, mas não voltou na origem, ao invés disso, parou num ponto que dividia o infinito em duas partes, a maior e a menor. A maior era proporcional ao todo, assim como a menor era proporcional a outra. Neste lugar Ele partiu para uma outra direção. A primeira ele chamou de vertical, a segunda horizontal, criando assim o seu plano, O PLANO.


•Viu que o plano era perfeito por isso Dele, e de si mesmo, fez várias cópias colocando assim, uma após outra. Dessa forma envolveu tudo que havia, a tudo preenchendo, em altura, comprimento e agora em largura, e a tudo feito, até agora, Ele chamou de espaço. E agora colocando espaço após espaço, agora a após agora, fez o tempo, onde a cada instante Ele estava presente como sempre esteve. A origem Ele chamou de princípio, o final, bem Ele chamou de FIM.

•Uma eternidade aguardou, então quando se deu por satisfeito, cansado regressou, mas não no princípio, escolheu um instante da história e ali, onde a eternidade era dividida em antes e depois, passado e futuro, onde o futuro é proporcional ao FIM e o futuro ao passado, criou a história, Encarnando na HISTÓRIA das HISTÓRIAS, onde cada uma reflete seu próprio CAMINHO. Depois disso, criou possibilidades de caminho, onde cada uma apesar de ser cópia de si mesmo, eram diferentes, tendo assim cada uma, VIDA própria.


•Para dar exemplo, viveu percorrendo o CAMINHO em plenitude, mas chegou ao fim. Ao inicio Ele chamou de VIDA, ao fim Ele chamou de MORTE. Mas nem mesmo a MORTE o pode segurar ao que em tudo VIVE. Regressou, mas dessa vez não voltou ao nascimento, paradoxalmente, fez da MORTE, o seu novo nascimento. Ali, onde A VIDA encontra a MORTE Ele a chamou de CRUZ. Neste ponto ele fez algo novo, ele fez a VERDADE.


•Agora, aquele que É... A VERDADE, O CAMINHO E A VIDA... Chama você para trilhar a vereda, a vereda da CRUZ. Mas não se preocupe, ele já viveu tudo para você... Como tem feito desde o princípio. Agora ele te convida para ser um com ELE, pois assim, tudo se fará NOVO, como um nascer da aurora, aguardando pelo que É completo. Afinal, só a uma razão para SER. O AMOR... Aceite e torne o que É de eternidade em eternidade!


•É neste ponto onde a eternidade toca a todo instante o instante, o finito toca o infinito, é que nasce o UNO, virá Àquele que há de vir, a espiral eterna, o Verbo, o SER, o EU SOU. Nesta ESPERANÇA, aguardamos em FÉ o AMOR.


MARANATA

!!!

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Considerações finais:
  • "Ocupar lugar no espaço é distorcer o espaço. Quanto mais você ocupa, mas você o dobra."
  • "Quanto mais se aproxima da velocidade da luz, mais massa temos e mais distorcemos o espaço."
  • "A luz é energia. É matéria acelerada a velocidade da luz. Então porque ela não ocupa lugar no espaço? Simples ela é o espaço."
  • "Deus é luz (não apenas a visível), e Nele não há treva alguma."
  • "Diante de Deus, até Deus se dobra"
  • "Deus a tudo preenche, logo é onipresente".
  • "Deus é o caminho, a verdade e a vida; O espaço, a luz e a matéria. Esses três são um. Pai, Filho, e Espírito Santo personificados no Homem: Jesus, o Cristo... Se preferir... O VERBO... "É!"
". É ."

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